segunda-feira, 29 de junho de 2009

Falando de futebol...mas também de outras coisas...

O melhor da vitória do Brasil contra os EUA na final da Copa das Confederações foi a atitude... Não importa o placar ou o título e sim o fato de buscar um resultado adverso com coragem, organização e vigor.

Creio que possamos fazer uma analogia deste jogo com o nosso cotidiano: profissional e pessoal, na medida em que nos deparamos com adversidades e sempre temos que buscar forças para poder superá-las e continuar o nosso caminho.

Que bela lição do Brasil, não pelo futebol exatamente, mas principalmente pela atitude.

É isto,

Carlos Farinha

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Promoção Ipod Touch


Galera,

Se vcs quiserem ganhar um Ipod Touch entrem no link e saibam como concorrer.

Vale a pena!!!

http://www.ikaro.net/br/2009/05/concurso-ipod-touch.html


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http://www.ikaro.net/br/







Michael Jackson...

Foi meu ídolo na juventude...

Me atrevi diversas vezes a cantar no chuveiro suas músicas e em alguns momentos até fora dele...

Há alguns anos estava trabalhando com total descontração e bem tranquilo quando um colega se aproximou e disse: - Rapaz que música é esta que vc está cantando?

Eu estava cantando "Remember the time" que se não me falha a memória pertencia ao álbum Dangerous, que já não era a fase mais criativa do prezado , mas ainda nos fazia cantar e ter alguns momentos de relaxamento.

Detalhe, dizer que estava cantando é muita pretensão visto que conhecia apenas alguns versos e apenas cantarolava sem nenhuma pretensão de parecer fiel ou afinado naquele momento.

Me lembro de ter visto o clipe de "Thriller" na casa de minha avó juntamente com meus irmãos, minha mãe e foi um furor.

Era a primeira vez que estava vendo um clip de música que parecia um filme e ainda tinha uma dança muito lega!!! Inesquecível...

Enfim, a despeito das acusações de pedofilia e dos desvios a que se submeteu, foi sem dúvida um grande ídolo e particularmente marcou a minha juventude.

É isto...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Como estar mais próximo do cliente? - II

Na m&m na matéria denominada "O irresistível poder dos blogs e mídias sociais" podemos encontrar dados importantes sobre estas ferramentas, ou mídias sociais, ou redes sociais como preferem alguns, e como isto afeta a nossa vida.

Até 2012 serão 800 milhões de pessoas navegando, interagindo e compartilhando informações através destes meios.

Os blogs preferidos seriam: MySpace, Facebook, Linkedin, Flickr, Twitter e Orkut que concentrarão quase 90% deste tráfego e acessos.

O Brasil possui 62,3 milhões de usuários de internet, seja via conexão residencial, corporativa ou Lan Houses dos quais 80% participam ou visitam estas redes sociais.

A grande questão ainda permanece, que seria, como utilizar estas redes para ficar mais próximo dos clientes e não tornar este contato como algo "invasivo" e "excessivo" na relação com este grupo.

Falaremos mais....

Sobre a Vida

Creio que cada vez mais o ser humano precisa retomar alguns valores perdidos ao longo do tempo.

Aquilo que antigamente era chamado de "ato de carinho ou amor" hoje é chamado de etiqueta, ou seja lembrar do aniversário de algum conhecido, parabenizar a outrém por ocorrência de alguma conquista, dentre outras...

Hoje tudo é muito mecânico e desprovido de alma e de coração e está fazendo com que o homem se torne uma máquina.

Precisamos recuperar este lado humano nos seres humanos, com o perdão da redundância, para salvar a humanidade desta frieza e impessoalidade nas relações.

Vamos usar mais o coração no mundo!

abraço,

Carlos Farinha

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Procurar Trabalho é um Trabalho e dá Trabalho

ARTIGO: *Procurar Trabalho é um Trabalho e dá Trabalho*Por José Augusto Minarelli Presidente da Lens & Minarelli Associados

Se você nunca foi demitido, fique alerta: a experiência de ser desligado de uma empresa está longe de constituir uma exceção, como acontecia em um passado não tão distante. Ainda que continue gerando desconforto, receio, insegurança e aquela desagradável sensação de soco no estômago, a demissão é uma realidade cada vez mais presente na vida dos profissionais, independentemente de quão capacitados eles sejam. O cenário muda, os projetos se transformam e, de repente, aqueles que se encaixavam em uma determinada conjuntura deixam de ser o perfil mais indicado. Claro, problemas de desempenho também ocorrem. A diferença é que, hoje, uma boa performance já não é condição suficiente para assegurar o emprego. A crise que aí está exemplifica bem a situação. Empresas de diferentes setores substituíram o foco expansionista pela ênfase a controles, eficácia operacional e redução de custos. A mudança de ótica causou impacto nas competências requeridas pelo negócio, fato que vem provocando um intenso movimento de troca de profissionais nas esferas mais altas da estrutura organizacional. Some-se a isso a suspensão e o adiamento de projetos, motivo de outras tantas baixas, e obtém-se um mercado de trabalho repleto de bons profissionais, o que acirra a disputa pelas escassas oportunidades que surgem. A lei da oferta e da procura é implacável, reafirmando a importância de buscar formas de se diferenciar da multidão. Como sempre, a postura diante dos desafios da vida faz a diferença. Quem vivencia um período de transição de carreira sabe bem a dificuldade que é encontrar ou procurar pessoas e ter de enfrentar uma simples pergunta: “o que você anda fazendo?” Em geral, a resposta vem recheada de justificativas, queixumes ou, ao contrário, de um discurso ensaiado e formal, que peca no quesito credibilidade. Poucos são os que dizem “estou trabalhando em um projeto especial”, respaldados por um consistente projeto pessoal de busca de novas oportunidades de reinserção no mercado.Costumo dizer que procurar trabalho dá trabalho e exige dedicação em tempo integral, além de muitas horas extras. Até para obter uma ajuda efetiva do nosso networking, temos de fazer corretamente a lição de casa, definindo com clareza nossas metas e objetivos. Qual o cargo ou a atividade que desejamos exercer? Em que ramos de atividades podemos ou queremos atuar? Quais nossas preferências no tocante a porte da organização, origem do capital, localização? Quando temos em mente esses aspectos nos habilitamos a fazer uma lista de empresas-alvo e, conseqüentemente, de pessoas-chave para realizar nossos intentos.Ajudar nossos contatos a nos ajudar é um dos desafios a ser considerado. Parece incrível, mas quando alguém perde o emprego acaba pressionado socialmente pelos pedidos de currículos por parte de familiares, parentes, amigos e conhecidos. A intenção é boa, ainda que inócua na maioria das vezes. Sem maiores detalhes sobre o projeto de reinserção, os elos do networking têm pouco a fazer. Com certeza, você mesmo já esteve na posição de querer colaborar para a recolocação de alguém. O que fez com o currículo dessa pessoa? Se a correria do cotidiano não o sufocou, você pode até ter passado a informação adiante, quem sabe com uma recomendação pessoal. O documento, no entanto, possivelmente caiu na vala comum, juntando-se a outros tantos que circulam nesses tempos de escassez de ofertas.Assertividade e atitude proativa são fundamentais para ampliar suas possibilidades. Trabalhe seu projeto, especificando os objetivos com a máxima clareza. Ao fazer networking, mostre sua lista de empresas e pessoas-alvo, realizando assim uma espécie de pesquisa estimulada. Seu interlocutor poderá, na hora, identificar acessos possíveis e lhe fornecer o caminho das pedras. Terá chances até de fazer conexões que você desconhece, ampliando o leque de alternativas. Lembre-se: a vida é dinâmica e nem sempre nos lembramos de atualizar as pessoas quanto aos nossos progressos, às mudanças de perfil, às novas competências e habilidades adquiridas. Tudo isso tem de fazer parte do plano de marketing do seu passe-livre – sem dúvida, seu principal e mais urgente projeto de trabalho no momento atual.

Matemarketing...

Sem ter a pretensão de criar mais um termo que designe algo relativo ao Marketing, tomei a liberdade de usar este trocadilho para expor um pensamento.

Se analisarmos com mais frieza, tomando como base as reações naturais das pessoas e a forma como pensamos, tudo o que fazemos tem a lógica e a matemática como base fundamental para o nosso raciocínio.

Porque eu preciso comprar um achocolatado? O Marketing diria que a razão teria base na conveniência, rapidez, praticidade e outras variáveis para o sucesso do produto.

Podemos dizer que estas coisas são mensuráveis, certo? Quanto tempo (custo) demoraria para obter o mesmo resultado final, ou seja, aquele alimento que serve para matar a nossa fome, com um sabor agradável e familiar?

Porque cresce a venda de produtos prontos via delivery? vale o mesmo raciocínio.... Quanto tempo (custo) gastaríamos para obter o produto decorrente basicamente de: deslocamento, identificação, compra, entrega ou transporte, preparação, desgaste emocional, psíquico, mental para obter o mesmo resultado?

Nós, pessoas de Marketing, que gostamos de tratar dos asssuntos que nos dizem respeito sempre baseados em terminologias, tais como: Market Share, Positioning, Branding, Awareness, etc... devemos nos aprofundar no conhecimento da lógica e da matemática!!!

é isto.

Carlos Farinha

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Como estar mais próximo do cliente? - I

Como podemos avaliar a importância do trato com o cliente com estas "n'" ferramentas disponíveis para que as pessoas se manifestem, tais como: Orkut, Linkedin, Twitter, Plaxo, Via6, Sonico, Facebook, Xing, Naymz, etc, etc, etc...

Estamos falando de blogs, microblogs, sites de relacionamento pessoal e profissional com finalidades de exposição pessoal, onde cada vez mais as pessoas encontram formas para manifestar suas alegrias, tristezas, preferências, discordâncias e outras informações que podem ser muito importantes para as empresas de forma geral.

Como usar todas estas ferramentas e manifestações para construir relacionamento com os clientes sem ferir suscetibilidades e gerar algum mal estar com os clientes em potencial?

É algo que realmente me intriga e devemos identificar com rapidez uma solução para isto, de forma que possamos transformar este manancial de dados e informações em terreno fértil para trabalhar ações que possam identificar, gerar relacionamento e satisfazer os nossos clientes.

Abraço,
Carlos Farinha

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Qual a real importância do cliente?

Fico indignado como não tratamos de forma séria e correta este "ser" tão importante chamado CLIENTE.

Todos o queremos, todos lutamos por ele, todos gastamos dinheiro tentando trazê-lo, mas quantos realmente investem e não medem esforços e dedicação para mantê-lo?

O mercado apresenta diversos exemplos sobre isto e ficamos assustados com a incapacidade das pessoas e empresas de entenderem e mudarem esta situação.

Se pegarmos o ranking de reclamações do PROCON, teremos inevitavelmente os mesmos nomes, empresas, segmentos e a cada dia que passa este quadro fica mais grave e irreversível.

Que pena que não temos concorrência em alguns destes segmentos, porque a vida seria muito mais interessante para todos se isto ocorresse.

É necessário criarmos massa crítica para começar a pensar e agir seriamente a este respeito e neste caso o movimento deve ser coletivo, ou seja, o cliente, as empresas, o governo, enfim todos devem começar a pensar com seriedade sobre o assunto.

Vamos falar mais sobre isto....
Realmente este é um desafio...

Escrever.... para mim, para os outros, para quem conheço, para quem não conheço, para alguém, para ninguém, para mim mesmo...

Este é um começo, de algo que não sei aonde vai dar, mas com certeza vai mudar alguma coisa para mim.

Vai ser divertido e espero que vc, seja quem for, também goste....ou desgoste e se manifeste.

Carlos Farinha